Todo
empreendedor sabe que um colaborador com uma vida em ordem é mais feliz e
consequentemente, produz mais. Grande parte dos problemas pessoais dos
funcionários são de ordem econômica. Preocupações com aluguel e contas a pagar
são problemas que tiram o sono e podem atrapalhar o rendimento do colaborador
como parte fundamental da equipe.
Essa
premissa é confirmada pelo estudo anual sobre Tendências de Benefícios para
Funcionários da MetLife, que concluiu que os problemas financeiros são
responsáveis pela ausência dos funcionários em 58% das empresas entrevistadas.
Ainda de acordo com o mesmo estudo, cerca de 78% das preocupações do
colaborador com problemas financeiros durante o horário de trabalho têm um
impacto negativo na produtividade. Para Michael Malouf, vice-presidente sênior
de estratégias e vendas globais da MetLife, esse é um dos grandes problemas das
empresas. “Estima-se que 15% dos trabalhadores estejam sofrendo com o estresse
causado por um comportamento financeiro inadequado a ponto de afetar sua
produção”, avalia.
Cuidar
da saúde financeira é uma forma inteligente de se precaver de problemas
futuros. As empresas estão reconhecendo e percebendo o valor dos benefícios
para funcionários que focam na construção de uma vida financeira saudável e
oferecendo educação financeira para seus funcionários, em prol de um colaborador
com menos problemas. “A saúde financeira é um conceito relativamente novo, mas
que está despertando cada vez mais o interesse das pessoas, pois impacta
negativamente na saúde e produtividade dos funcionários”, afirma o
vice-presidente sênior.
Baseada
nas práticas globais, o especialista da MetLife destaca o que as empresas devem
fazer para implementar um programa de saúde financeira:
Estabelecer
uma meta e medir os resultados
Pense
no que a empresa quer atingir com o programa de saúde financeira: reduzir o
estresse do funcionário, aumentar a fidelidade para com a empresa, melhorar a
saúde financeira ou alguma outra coisa? Deve-se fazer uma avaliação formal dos
resultados desejados que deverão ser a base do programa a ser criado;
Criar
uma mensagem relevante para o público-alvo
As
necessidades e o conhecimento financeiro variam de acordo com o estágio de vida
do consumidor, com a cultura do país e também dependem da disposição em receber
aconselhamento financeiro. Essas considerações, junto com o reconhecimento da
existência de diferenças devido à cultura, sexo e idade, aversão à risco e
atitudes com relação à aposentadoria, ajudam a criar mensagens relevantes para
cada público-alvo e aumentar a probabilidade de sucesso desses programas;
Usar
a criatividade para estimular a participação
A
falta de uma gratificação imediata, de tempo, dinheiro ou conhecimento, ou
simplesmente a recusa podem impedir o colaborador a melhorar seus conhecimentos
financeiros. Devido a todos esses fatores, ajuda muito tornar o problema mais
real para os funcionários com comunicações criativas e canais certos de
distribuição.
Empreendedor,
colocar o fator humano em primeiro lugar, é essencial para o sucesso de sua
empresa. Lembre-se que um trabalhador com a mente livre e feliz produz mais e
se torna mais fiel aos princípios na empresa. Invista nisso e seus resultados
serão cada vez melhores!

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