Redação Carreira & Gestão
A
alta competitividade no mercado de trabalho faz crescer a demanda de profissionais
que buscam o seu autodesenvolvimento para não ficarem de fora deste jogo e acompanhar melhor está disputa,
e, por conseguinte, estarem preparados para sanar as necessidades e demandas que surgem oriundas
do mercado, das exigências de clientes, parceiros e fornecedores que procuram organizações que compreendam suas necessidades e resolvam seus problemas, mas para isto, precisam de
profissionais capacitados para sanar necessidades gerar resultados satisfatórios.
Há
muitos profissionais que reclamam das diversas etapas nas quais são submetidos
no decorrer no processo de seleção, como também, os requisitos que as empresas procuram
no perfil de um determinado candidato algumas delas: formação superior,
habilidades técnicas e humanas, conhecimentos dos principais softwares, domínio
de idiomas etc.
Entretanto, mesmo com está situação adversa eles não empreende
qualquer solução para reverter este quadro agravante, ou seja, procurar o seu autodesenvolvimento
através de educação continuada seja por ações próprias ou pelo apoio da empresa para diminuir esse impacto negativo.
A
falta de oportunidades também é uma das indagações desses profissionais, uma parcela
significativa diz não haver perspectiva de ascensão profissional em suas
respectivas empresas, por não ter um plano de desenvolvimento humano estruturado, que leve-os à pleitearem cargos com mais motivação, desta forma, desenvolverem suas habilidades e aplicarem seus conhecimentos, ou
então, levá-los a crescerem nas organizações por meio da aquisição de novas
habilidades. Este fato é uma realidade iminente em muitas empresas que não
oferecem planos de desenvolvimento para seus colaboradores.
Ambos
os casos analisados, os profissionais contestam sobre os mesmos motivos, a
falta de oportunidade, tanto para quem está fora do mercado de trabalho, quanto
para quem está dentro, mas será que realmente não há oportunidades de
crescimento e de emprego?
A
maioria as empresas na qual possuem uma de gestão de pessoas estratégica oferecem mecanismos para que seus clientes internos qualifiquem-se, cresçam, e
ocupem novos cargos, contudo, outras não têm políticas de plano de carreira que
ofereçam promoções para seus
colaboradores, até mesmo, dar oportunidade de emprego para candidatos com pouca
experiência ou habilidade profissional, se o mesmo não
tiver as competências necessárias para
desempenhar as funções inerentes ao cargo, o que fazer então para ser mais
visto, ser empregável? A resposta está no autodesenvolvimento.
Autodesenvolvimento
significa crescer, se aperfeiçoar por contra própria ou através de recursos de terceiros.
Se
porventura as organizações e o mercado não te dão oportunidade, é porque você
não têm as competências necessárias para ocupar um cargo, não esperem que elas ofereçam
uma solução pronta e imediata, você tem que correr atrás delas.
Segundo
o Consultor Luiz Marins o profissional tem que tirar tempo, dinheiro, ter muita
dedicação, ser persistente, e estar motivado para alcançar os seus objetivos,
estudando, fazendo cursos, se qualificando, lendo bons livros, são ações que
contribuem para você desenvolver melhor suas competências, e obter sucesso, que
cresça e seja reconhecido.
Se
sua empresa não tem um plano desenvolvimento e você enxerga uma probabilidade
de crescimento, não espere que ela tome a iniciativa por te aperfeiçoar, trilhe
você sozinho este caminho, busque se desenvolver por conta própria, e descubra
seu potencial.
Sucesso!
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